Biden rompe com aliança mundial contra o ABORTO

 


A decisão foi comunicada pelo novo governo na Organização Mundial de Saúde (OMS). A partir de agora, o governo americano deixará de vetar termos como “saúde reprodutiva” e “direitos sexuais” em programas e resoluções internacionais.


O conselheiro médico da Casa Branca, Anthony Fauci, afirmou que o país abandonará a agenda de defesa de bebês em gestação e passará a defender o acesso facilitado à prática de assassinato desses bebês no útero materno.


De acordo com a aliança feita,  os governos reafirmariam a rejeição ao aborto e a defesa da família, estabelecendo que os países, ao assinarem a proposta, deveriam enfatizar que “em nenhum caso o aborto deve ser promovido como método de planejamento familiar” e que “quaisquer medidas ou mudanças relacionadas ao aborto dentro do sistema de saúde só podem ser determinadas em nível nacional ou local de acordo com o processo legislativo nacional”.

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